sexta-feira, 14 de setembro de 2012

II SEMTECPI - II Seminário de Tecnologia de Palmeira dos Índios








                   O Nutempi juntamente a Secretaria Municipal de Educação de Palmeira dos Índios , vem convidar a toda sociedade palmeirense para participar do II SEMTECPI , II Seminário de Tecnologia de Palmeira dos Índios, que acontecerá nos dias 10 e 11 de Outubro, no Auditório da Escola Municipal Drº Gerson Jatobá Leite, às 19:00. Nesse momento poderemos discutir como utilizar com mais qualidade das tecnologias nas nossas escolas.





Erika Cristiani Mota Brandão 

Coordenadora Geral

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Sistema imunológico digital promete defesa permanente contra vírus



Baseando-se em uma analogia com o sistema imunológico, o programa de segurança visa a detecção de novos malwares em redes de computadores. [Imagem: Unesp Ciência]
Sistema imunológico digital promete defesa permanente contra vírus

Com informações da Revista Unesp Ciência - 13/09/2012
Imunidade para computadores
O que tem a segurança dos computadores a ver com anticorpos, antígenos e linfócitos?
Para responder à questão, basta fazer outra pergunta: se os computadores são infectados por vírus, por que não dotá-los de um sistema imunológico?
Foi com esta analogia em mente que Isabela Liane de Oliveira, que é cientista da computação, começou a estudar imunologia, para tentar dar aos computadores o seu próprio "sistema imunológico digital".
Esta é a base de uma linha de pesquisa relativamente nova nas ciências da computação. Inspirados nos mecanismos de defesa imunológica, pesquisadores querem criar sistemas inteligentes capazes de detectar pragas cibernéticas conhecidas genericamente como malware (do inglês malicious software), que abundam na internet.
Malwares
Os malwares são programas criados geralmente para danificar a operação de um computador ou para roubar dele dados sigilosos, quase sempre com objetivo criminoso.
Dependendo da forma como agem e se replicam, os malwares podem ser classificados como vírus, cavalos de troia, worms (vermes), spywares (programas espiões) etc.
"As diferenças entre eles são pequenas, na prática podemos chamar todos de vírus", simplifica Adriano Mauro Cansian, chefe do Laboratório de Segurança de Computadores da UNESP em São José do Rio Preto, que orientou a pesquisa de Isabela.
Enquanto os antivírus dependem de uma atualização constante, para que possam reconhecer cada novo malware que surge, a intenção dessa nova linha de pesquisas é dotar o computador de uma capacidade de detectar algo estranho e desconhecido, que possa ser inoculado tão coloca ameace fazer qualquer mal.
"Como os ataques mudam de padrão muito rapidamente, o ideal é um sistema [de proteção] com certo grau de adaptabilidade para acompanhar essas mudanças", explica Cansian.
Armadilha para malwares
Baseando-se em uma analogia com o sistema imunológico, o sistema desenvolvido por Isabela e Cansian visa a detecção de novos malwares em redes de computadores - as redes seriam o equivalente ao corpo.
O primeiro passo é a captura dos malwares, que pode ser feita de duas formas. Uma é a simulação de um ambiente totalmente desprotegido, que vai funcionar como armadilha. A outra depende da colaboração dos usuários, que podem permitir que um programa analisador se conecte ao servidor de e-mail e vasculhe suas mensagens pessoais.
"Esses programas não violam a privacidade dos usuários", frisa Isabela. "Apenas buscam códigos aparentemente maliciosos, que estão contidos principalmente nos anexos e nos links."
Ao encontrar suspeitos, o sistema imunológico digital fazem uma cópia deles.
Seleção negativa
Em seguida, cópias dos malwares coletados são executadas em um computador próprio para isso.
O objetivo é analisar o fluxo de dados dentro da máquina e o tráfego de rede. Um cavalo de troia, por exemplo, pode se empenhar em capturar a senha de acesso ao site do banco e enviá-la para o criador do malware, que pode estar do outro lado do mundo. Isabela ressalta que dados sigilosos, como os de acesso a contas bancárias, nunca são acessados nem armazenados pelo sistema de detecção de malwares.
Nesta etapa ocorre ainda a chamada "seleção negativa", à semelhança do que faz o sistema imunológico. No corpo humano, as células imunológicas fazem uma espécie de checagem para garantir que o suspeito é realmente um elemento estranho e não está sendo confundido com algo próprio do organismo. Isso é importante também porque alguns malwares fazem coisas como qualquer outro programa, para disfarçar sua identidade, explica Isabela.
Se ficar comprovado que o suspeito é realmente um malware, todo esse disfarce é removido, explica ela, restando apenas a parte de fato maliciosa do código. Com ela são geradas "assinaturas", que vão para um banco de dados. Elas farão o papel de receptores de células imunológicas, que têm afinidade com o elemento estranho.
Do mesmo modo que células imunológicas, como linfócitos T e macrófagos, circulam pela corrente sanguínea, o sistema desenvolvido pelos pesquisadores vigia o tráfego na rede.
E toda vez que detecta um fluxo de dados (antígeno) compatível com alguma das assinaturas armazenadas no banco de dados (receptor), automaticamente gerará um alerta para o administrador da rede, indicando-lhe as medidas que devem ser tomadas para eliminar aquele mal específico.
Camadas de segurança
Sistemas desse tipo vêm sendo desenvolvidos e testados por cientistas da computação em várias partes do mundo e ainda estão longe de se tornarem soluções comerciais. "É realmente uma pesquisa de fronteira", afirma Cansian.
Segundo ele, a ideia não é substituir outros métodos de segurança, mas agregar mais um mecanismo de defesa, que tem como diferencial a adaptabilidade. "A boa segurança deve ter várias camadas, se cair uma, tem outra."
Embora pesquisas como a de Isabela tenham seus resultados divulgados publicamente, ninguém na área gosta de falar muito dos detalhes, "por razões óbvias", segundo Cansian.
"A proteção do método faz parte da cadeia de segurança. É preciso ter esse cuidado porque a criação de malwares já é um grande negócio, uma ferramenta do crime organizado", diz.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Twitter anuncia novas ferramentas para melhorar buscas na rede social

O Twitter acaba de anunciar novidades para o mecanismo de busca da rede social.

Segundo o blog oficial do serviço, o sistema de pesquisas agora está mais simples e vai exibir funções como autocompletar, pessoas que você segue, correções ortográficas e resultados relevantes de acordo com os assuntos buscados. "As atualizações farão com que você se aproxime mais rápido das coisas que você mais gosta", diz a publicação.

No total, são quatro novos recursos, como a correção ortográfica automática, que corrige uma palavra incorreta e sugere termos que melhor condizem com aquilo que você deseja procurar, e assuntos relacionados, que fornece opções ligadas à sua pesquisa e prioriza resultados em tempo real.

Os nomes de usuário de pessoas que você segue também vão aparecer na aba de buscas e, além de ver todos ou os tuítes mais populares, agora você pode checar mensagens sobre um determinado assunto apenas de acordo com o que seus seguidores estão dizendo, permitindo uma busca bem mais seletiva.

As novas funcionalidades de pesquisa do Twitter estarão disponíveis para todos os usuários ao longo das próximas semanas. A atualização chega também para as versões da rede social no iOS e Android.

USP desenvolve projetos para a Internet das Coisas

Tudo na internet

Um conceito idealizado na década de 1980 no MIT (Massachusetts Institute of Technology), nos Estados Unidos, está sendo pesquisado e desenvolvido por uma equipe multidisciplinar da USP (Universidade de São Paulo).
A chamada Internet das Coisas, ou IoT (Internet of Things), está sendo estudada por professores da Escola Politécnica, da Escola de Comunicações e Artes e da Faculdade de Direito, de forma a contemplar todos os seus aspectos.
Inicialmente encarada como uma forma de extensão à Internet tradicional, que conta com mais de 2 bilhões de usuários, a Internet das Coisas tem fugido das conceituações, representando tecnologias diferentes para grupos diferentes - o que talvez explique a demora em seu desenvolvimento.
Em linhas gerais, Internet das Coisas representa a integração e interação de objetos físicos, reais, através de uma conexão de Internet.
Colocar sensores e atuadores em tudo, das nossas casas e carros, até os nossos sapatos e xícaras de café pode parecer um tanto exagerado.
Mas o fato é que isso tem o potencial para tornar nossas vidas mais fáceis, mais confortáveis e mais seguras.
Segundo o professor José Roberto Amazonas, a falta de uma especificação global para a Internet das Coisas acontece por se tratar de um tema muito amplo, e seus usos serão estabelecidos de acordo com as necessidades estruturais da sociedade em que for desenvolvida.
Usos da Internet das Coisas
Uma das propostas da IoT é permitir, com o uso de tecnologias de rastreamento, identificação e troca de informações, que numerosos objetos comuniquem-se automaticamente e à distância.
O professor Gilson Schwartz, por exemplo, está estudando uma forma de mediação entre objetos físicos através das redes sociais.
Outra ideia em fase de projeto é a de "moedas criativas", que seriam "uma maneira de incentivar a utilização da tecnologia, ao mesmo tempo que permite a aplicação em atividades sustentáveis," defende o professor José Roberto.
Uma proposta do projeto de moedas criativas seria a identificação eletrônica de materiais recicláveis, inserida ainda na fase de produção, que "permitisse ao usuário que devolvesse o produto à reciclagem a obtenção de um 'crédito cultural', que daria direito a uma visita a teatros, museus ou similares".
"A IoT poderá futuramente facilitar o aumento de eficiência energética das empresas, por exemplo, através do controle de consumo do ar-condicionado por parte dos funcionários. Se for este o caso, este controle precisa estar muito bem exposto no contrato de trabalho, pois uma explicação insuficiente poderá gerar insatisfação e até ao aparecimento de processos trabalhistas," explica o pesquisador, ressaltando a importância do estudo dos aspectos legais da tecnologia.
Etiquetas RFID
Ainda há muitos problemas a serem solucionados para adoção e implantação massiva da IoT, incluindo a estrutura de tráfego de dados, algo que vem sendo estudado há cerca de dez anos.
Apesar de já existirem em uso elementos classificáveis como pertencentes à Internet das Coisas - como no caso do Bilhete Único paulistano, no qual cada unidade é identificada por uma "etiqueta eletrônica" - existem serviços que demandariam envolvimento mundial para possibilitar uma atualização, como por exemplo a identificação, fornecida pelas empresas aéreas, de bagagens em todos os aeroportos do planeta.
O professor José Roberto cita também o caso do código de barras. "É um sistema relativamente simples, no qual você necessita apenas aproximar um leitor óptico de cada item para identificá-lo, mas levou ao menos 5 anos para que sua implantação fosse padronizada e normalizada. Em comparação, as potencialidades da IoT poderiam ser utilizadas em larga escala em um período de até 15 anos".
Mesmo as chamadas etiquetas inteligentes, ou RFID, que deveriam substituir os códigos de barras, estão demorando a emplacar. Elas são essenciais para dar um número único a cada objeto a ser conectado à rede, assim como cada computador ligado à internet possui um endereço IP.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Internet em casa com fibras ópticas

Sonho internético

Internet extremamente rápida, conexões mais robustas e um grande aumento na capacidade da rede, mesmo em áreas rurais, tudo com custo baixo.
É o tipo de fantasia que mantém os executivos das empresas de telecomunicações e os usuários da internet sonhando acordados ... até agora.
Uma nova tecnologia de fibras ópticas desenvolvida por um consórcio europeu promete tudo isso e muito mais.
O grupo de engenheiros de universidades, institutos de pesquisa, fornecedores de equipamentos e operadores de telecomunicações se uniu em torno do projeto SARDANA (Scalable advanced ring-based passive dense access network architecture).


Internet a velocidade da luz


O objetivo era desenvolver técnicas pioneiras para melhorar drasticamente a escalabilidade e a robustez das redes de fibras ópticas.
O grupo estava especialmente interessado em viabilizar a chegada das fibras ópticas até as residências, escritórios e empresas.
O projeto demonstrou a viabilidade de velocidades de conexão de até 10 Gigabits por segundo (Gbps) - cerca de 2.000 vezes mais rápido do que a maioria das conexões à internet de hoje.
Mais importante para que isso se torne uma realidade, os pesquisadores mostraram que tais velocidades podem ser atingidas com um custo extra relativamente modesto, usando a infraestrutura de fibras ópticas já existente e componentes já disponíveis no mercado.


Redes ópticas passivas


As redes de fibras ópticas que chegam até as residências (fibre-to-home networks), também conhecidas como redes ópticas passivas, têm uma estrutura em árvore, com o papel de raiz desempenhado por uma central de comutação.
O termo "passivo" refere-se à utilização de divisores ópticos que não precisam de energia adicional para funcionar.
Da central, um grosso tronco principal de cabos se espalha em ramos cada vez mais finos, até que uma única fibra chegue até as casas ou empresas.
As redes passivas convencionais usam o protocolo TDM (Time Division Multiplexing), um método de multiplexação no qual os sinais são transferidos de forma aparentemente simultânea, como sub-canais em um canal de comunicação. Mas, na realidade, eles estão fisicamente se revezando no canal.
Na prática, isso significa que uma conexão de 5 Gbps no escritório central pode se transformar em uma conexão de 30 Mbps na casa ou empresa do cliente. Pior do que isso é que a banda de subida, que transmite os dados do cliente para a internet, é apenas uma fração disso.


De árvores a anéis

Os pesquisadores do projeto Sardana estão propondo uma abordagem diferente e totalmente nova, permitindo não apenas conexões muito mais rápidas, mas também maiores capacidade e robustez.
Em vez de uma única grande árvore, eles estão propondo usar várias árvores menores ramificando até os usuários finais a partir de um anel principal.
O anel transmite os sinais bidirecionalmente a partir da central utilizando o protocolo WDM (Wave Division Multiplexing), uma tecnologia de multiplexação que permite o transporte simultâneo de diferentes sinais na mesma fibra óptica, utilizando diferentes comprimentos de onda de laser - lasers de várias cores.
Em nós remotos ao longo do anel, os sinais são separados em árvores de fibras únicas que irão até as residências e empresas, utilizando a tecnologia TDM.
A abordagem do anel bidirecional aumenta a robustez da rede, porque se o cabo for interrompido em qualquer ponto no anel WDM, o sinal continuará chegando até os usuários finais pelo outro lado. Ele também resulta em aumentos maciços na velocidade de conexão.
Embora ainda em fase experimental, se implantada comercialmente, a tecnologia marcaria um grande salto no desempenho das redes totalmente ópticas, solucionando um dos maiores desafios atualmente enfrentados pelos prestadores de serviços e pelos consumidores: maior velocidade e segurança na manutenção dos sinais

domingo, 15 de julho de 2012

Aparelho de baixo custo controla computador com os olhos

Sem as mãos
Implantes neurais, interfaces cérebro-máquina e sensores já permitem controlar computadores, próteses e até robôs, apenas com o pensamento.
A maioria, contudo, ainda está em estágio de pesquisas, disponíveis apenas para laboratórios - os poucos disponíveis têm baixa resolução e ainda são equipamentos caros.
Mas isso está prestes a mudar, graças ao trabalho de dois engenheiros do Imperial College, de Londres.
William Abbot e Aldo Faisal construíram um equipamento capaz de controlar um computador apenas com os olhos a um custo de cerca de US$60 (R$125,00).
Segundo eles, a tecnologia logo estará disponível para pessoas com diversos tipos de deficiências, incluindo pacientes de esclerose múltipla, Parkinson, distrofia muscular, lesões na medula espinhal ou amputados.
Controle do computador com os olhos
Fabricado com equipamentos comprados no comércio, o aparelho monitora com exatidão o movimento dos olhos, permitindo o controle de um cursor na tela exatamente como um mouse.
Com um consumo inferior a 1 watt, o aparelho, batizado de GT3D, pode transmitir os dados para qualquer computador rodando Windows ou Linux, conectado a uma porta USB ou por meio de uma conexão Wi-Fi.
Na demonstração, os pesquisadores permitiram que voluntários, sem nenhum treinamento, usassem o equipamento para brincar de Pong, usando apenas os olhos.
O sistema é composto por duas câmeras de baixo custo montadas sobre um par de óculos.
As câmeras capturam continuamente a imagens dos olhos, enquanto um programa processa as imagens e determina o movimento da pupila.
Esse movimento faz as vezes do mouse, controlando o cursor na tela. O clique é feito por um movimento especial do olho, que pode ser calibrado no software.
Profundidade do olhar
O programa de controle já alcançou uma precisão suficiente para determinar a "profundidade do olhar" - ele determina se o usuário está focando o olhar mais próximo ou mais distante.
Embora ainda não tenham tirado proveito dessa capacidade na versão atual do GT3D, os pesquisadores afirmam que isso poderá permitir o controle de cadeiras de rodas ou próteses robotizadas.
Nesses casos, bastará que o usuário focalize o olhar no ponto para onde deseja se deslocar, ou onde quer colocar a mão, por exemplo.
Bibliografia:

Ultra-low-cost 3D gaze estimation: an intuitive high information throughput compliment to direct brain-machine interfaces
William W. Abbott, Aldo A. Faisal
Journal of Neural Engineering
Vol.: 9 046016
DOI: 10.1088/1741-2560/9/4/046016

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Disco histórico toca novamante a partir de uma fotografia

Imagens que falam
Por mais modernas que nos pareçam, as tecnologias sempre envelhecem.
Sensação quando foi inventada, no fim do século 19, tudo o que resta de uma das primeiras gravações de som feita pelo homem é uma fotografia.
O disco guarda a voz abafada de Emile Berliner, o pai do gramofone (ou fonógrafo), recitando a poesia "A Luva", de Friedrich Schiller.
Mas se tudo o que resta do disco é uma fotografia, como é que sabemos o que há nele?
É que o envelhecimento de uma tecnologia pressupõe o surgimento de uma nova tecnologia, mais moderna.
E Patrick Feaster e seus colegas da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, usaram todas as técnicas ao seu alcance para decodificar o som registrado no disco usando apenas sua fotografia.
Digitalização
Feaster digitalizou a imagem e processou o arquivo para "desenrolar" os sulcos do disco.
A surpresa foi que a imagem, registrada em uma revista alemã impressa em 1890, tinha resolução suficiente para identificar quase completamente as ondulações dos sulcos, que representam as ondas sonoras registradas no disco.
O pesquisador então criou um arquivo linear, que lembra um pouco um clip de áudio moderno, e utilizou um programa especialmente desenvolvido para ler as ranhuras do disco e transformá-las em sons.
Embora não tenha conseguido datar precisamente a gravação, Feaster ainda assim acredita que se trata de um dos primeiros experimentos com o gramofone, uma inovação que viria maravilhar toda uma geração.
"Há 25 bibliotecas no mundo que têm esse exemplar [da revista Über Land und Meer], o que o torna extremamente raro. Mas nós fizemos o que nenhuma delas consegue fazer: tocamos o disco novamente," comemorou ele.
Recentemente, outra equipe reconstruiu as primeiras gravações de som da história, mas a partir de disco reais, guardados no Museu Smithsoniano.